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Empresas devem investir na intensificação da rotina de limpeza e desinfecção

03/06/2020   Fonte: 87 News

Em meio à pandemia ocasionada pela COVID-19, inúmeros empresas continuam suas operações, mesmo com reduções e adaptações.

Em meio à pandemia ocasionada pela COVID-19, inúmeros empresas continuam suas operações, mesmo com reduções e adaptações. Empresas e comércios de setores alimentícios e de saúde, como supermercados, farmácias e hospitais são serviços essenciais, não podem parar e ainda precisam se adaptar ao aumento da demanda em meio a uma nova realidade que exige novos hábitos, visto que apenas uma rotina de limpeza consistente e eficaz é capaz de garantir a segurança de clientes e funcionários.

Novas medidas de segurança estão sendo adotadas por empresários e comerciantes para atender os clientes em meio à pandemia do novo coronavírus. A medição de temperatura dos funcionários ou prolongamento do horário do almoço para evitar aglomeração de pessoas no refeitório, por exemplo. Além disso, o aumento da frequência da higienização das mãos é fundamental para não expor colaboradores e consumidores ao contágio do coronavírus e outras doenças. No entanto, além dos cuidados pessoais ou coletivos, é necessário também cuidar do ambiente, ou seja, adotar medidas que impeçam a contaminação do espaço físico e, assim, evitar a propagação da COVID-19.

Além do processo de limpeza que geralmente já era executado nas empresas. O momento exige um trabalho mais profundo de descontaminação e desinfecção para eliminar ou reduzir a padrões aceitáveis todos os microrganismos do local, inclusive o Coronavírus. Porém não há uma regra geral para todos os tipos de negócios, visto que espaços diferentes exigem cuidados diferentes. A demanda de limpeza e desinfecção dependerá da frequência de utilização, finalidade e quantidade de pessoas, em alguns casos será necessário aumentar a frequência da rotina de limpeza ou incluir novos equipamentos e produtos aos processos de higienização.

A falta de cuidado com a higiene desses ambientes é capaz de gerar graves consequências para a empresa e para todas as pessoas que frequentam esses espaços. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabelece que a multa para empresas que não seguirem as recomendações possam variar entre R$2 mil a R$1,5 milhão de reais ou, em casos mais graves, interdição total das operações de trabalho. O adequado é que as empresas invistam em equipamentos que irão auxiliar na rotina de limpeza e desinfecção dos ambientes, eliminando qualquer possibilidade de contaminação e disseminação do vírus.



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